Entendimentos Desentendidos
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Escreva Lola Escreva: CULTURA DE ESTUPRO? NÃO, IMAGINE!
Escreva Lola Escreva: CULTURA DE ESTUPRO? NÃO, IMAGINE!: Sempre que se fala em cultura de estupro, vem homens dizer que de jeito nenhum, isso não existe, é paranoia de feminista. Eu digo que cul...
terça-feira, 24 de julho de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Páscoa e o Concurso Público
Um título como esse pode gerar a suposição de que recomendarei aos
concursandos que aproveitem o feriado para uma boa revisão, ou para
fazer um simulado e corrigi-lo. Não é má ideia. Mas aproveitar este
período para recarregar a bateria, se desestressar e dar atenção ao
cônjuge ou aos filhos também é uma boa opção.
Quero ir mais longe, lembrando ao leitor a origem da páscoa. O povo
de Israel tinha ido para o Egito, levado por José, que alcançou o cargo
de segundo homem no governo, estando abaixo apenas da autoridade de
Faraó.
Passados muitos e muitos anos, os judeus se transformaram em
escravos, sendo submetidos a tratamento cruel e degradante. Mesmo assim,
seu crescimento populacional passou a ser visto como uma ameaça aos
egípcios. A solução foi simples: matar todos os recém-nascidos do sexo
masculino, lançando-os ao Nilo.
A mãe de Moisés, um recém-nascido judeu, colocou-o num cesto e pediu
que a irmã de Moisés, Miriã, o vigiasse de longe. O cesto foi encontrado
pela filha do Faraó e Miriã, muito esperta, apresentou-se e perguntou
se eles não queriam uma babá. Moisés, assim, cresceu sob a marca de duas
culturas. Já adulto, tomou a defesa de um judeu que estava sendo
açoitado, acabou matando um soldado egípcio e fugiu para o deserto.
Foi no deserto que Deus apareceu a Moisés, no meio de um arbusto que,
mesmo pegando fogo, não se consumia. Foi ali que ele recebeu a missão
de levar o povo de Israel do Egito para Canaã, a Terra Prometida, onde
manava leite e mel.
Assumindo o encargo, Moisés voltou para o Egito e apresentou ao seu
povo os planos de Deus. Engana-se quem imagina que ele foi bem recebido.
Ao contrário, foi visto por seu povo com desconfiança. E, perante os
egípcios, como traidor. Traidor... e tolo. Afinal, Moisés abriu mão dos
privilégios de ser considerado filho de faraó. Daí em diante, todos
conhecem a história: vieram as dez pragas e finalmente o povo foi
autorizado a sair do Egito.
Tão logo os judeus tinham saído, o Faraó muda de ideia e determina ao
seu poderoso exército que persiga os judeus. Nessa hora, os retirantes
estavam acampados às margens do Mar Vermelho. Ao saberem da aproximação
do exército de Faraó, muitos judeus reclamaram de Moisés dizendo que se
era para morrer no deserto, melhor teria sido nem sair do Egito. Outros
quiseram se suicidar, outros se renderem e voltar para o regime de
escravidão, que tinha lá suas comodidades.
Nessa hora, pressionado por todas essas circunstâncias, Moisés começa
a orar a Deus, pedindo socorro. Deus, então, dá uma bronca em Moisés,
dizendo: "Por que clamas a mim, Moisés? Estende a tua vara, toca o mar,
que as águas se abrirão". Dito e feito. Moisés passa com o povo pelo
meio do mar e se salva do exército inimigo.
A história não acaba, porém. Os judeus peregrinaram quarenta anos no
deserto do Sinai antes de chegar à Terra Prometida. Foi um tempo de
dureza, de sofrimento, de angústia e incertezas.
E o que o concurso tem a ver com isso? O concurso é a Terra
Prometida. Mana leite e mel, que é outro nome que podemos dar para a
estabilidade, o status, a aposentadoria diferenciada, os bons
vencimentos e, em especial, a chance de fazer parte da administração
pública, de fazer o país ser melhor, de ajudar o próximo sendo
remunerado pelo governo. Mudar nossa vida... e mudar a vida de quem for
ser atendido por nós, no serviço público.
Continuando: o que a história da páscoa pode dizer sobre passar em concursos? Muitas coisas. Separei sete para você.
Primeiro: é preciso ter um plano. É preciso imaginar a Terra
Prometida e querer ir para lá. O primeiro passo é sonhar. Sem uma meta
ninguém faz nada.
Segundo: As pessoas podem não acreditar em você e nem em seus planos.
Problema delas. Você tem que acreditar em si mesmo e no projeto, mesmo
que seja o único, ou melhor, mesmo que sejamos só nós dois: você mesmo e
o autor desse artigo.
Terceiro: Você vai precisar, como Moisés, de abrir mão de alguns
privilégios, de algum comodismo. Vai ter que abrir mão de uma série de
atitudes e comportamentos contraproducentes. Não dá para passar em
concurso agindo como se fosse filho de um rei... É preciso muito
esforço, disciplina, dedicação e, claro, estudo.
Quarto: Não aja como aqueles judeus que reclamaram de Moisés. Eles
queriam que Moisés resolvesse todos os problemas! Eles não estavam
sequer ajudando quem liderava o processo de mudança. Assim, pare de
reclamar dos outros e faça alguma coisa. Assuma o papel de protagonista
da própria história. Jamais aceite a comodidade que a paralisia de
projetos e de iniciativa oferece num primeiro momento.
Quinto: Não aja como Moisés, jogando toda a responsabilidade para
Deus. Deus se interessa por você e vai operar milagres (afinal, Ele é
quem abriu o mar), mas pare de ficar só com discursos e orações (só com
projetos). É preciso tocar o mar para que ele se abra. É preciso abrir o
mar, os livros, as provas etc. Passar em concursos é para quem tem
sonhos... e tarefas. Faça sua parte.
Sexto: Antes de Canaã, havia um deserto. Todo ritual de passagem, em
especial de passagem de uma situação ruim para um melhor, exige um
período de preparação e sacrifícios. O período de estudo, disciplina,
muito estudo, muitos simulados etc., o próprio período de aprender a ser
preparar para concursos, tudo isso faz parte de um longo deserto onde
você vai precisar passar para chegar ao seu objetivo. Sem deserto, sem
terra Prometida. Mas com um detalhe: prometo para você que não vai ser
preciso quarenta anos...
Sétimo: A Terra Prometida estava lá para os judeus, e estará lá para
você. Tenho certeza que muitas vezes os judeus que peregrinavam há anos
no deserto devem ter desanimado. Você, que já está há algum tempo nesse
projeto já deve ter passado por momentos difíceis, ou pode estar em um
deles exatamente agora. O que dizer sobre isso? Colega, a Terra
Prometida continua lá! Lhe esperando! Faça sua jornada que você chega,
não desanime. Calor? cansaço? sede? Tudo isso só vai realçar ainda mais
sua vitória, que chegará se você fizer o mesmo que o povo judeu fez no
deserto: caminhar. Caminhar na direção certa, caminhar com a ajuda de
Deus, mas, inexoravelmente, caminhar até chegar.
Eu tenho certeza que você chegará ao seu destino, no tempo certo,
após sua dose de deserto e caminhada. Até lá, boa sorte, e meus votos de
boa páscoa.
William Douglas é juiz federal/RJ, mestre em Direito, especialista em políticas públicas e governo. www.williamdouglas.com.br
( Fonte: www.pciconcursos.com.br)
quinta-feira, 29 de março de 2012
O Porteiro do Puteiro
Não havia no povoado pior ofício do que ‘porteiro do prostíbulo’.
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem?
O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, senhor. – Balbuciou – Mas eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa. – Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer?
Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa.
Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez.
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar … já que..
– Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
– Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula.
- Façamos um trato – disse o vizinho.
Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias…. aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou.
No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.
Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras.
Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: ‘não disponho de tempo para viajar para fazer compras’.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido.
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.
A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas.
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.
Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado.
Todos estavam contentes e compravam dele.
Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos.
Ele era um bom cliente.
Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.
E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc…
E após foram os pregos e os parafusos…
Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.
Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício.
No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse: – É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha – disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
- O Senhor?!?! – Disse o prefeito sem acreditar.
O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
- O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder. – Disse o homem com calma.
Se eu soubesse ler e escrever… ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!!
Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem?
O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.
Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de ideias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.
Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções.
Ao porteiro disse:
- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, senhor. – Balbuciou – Mas eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa. – Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.
Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer?
Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.
Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego.
Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.
Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa.
Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez.
No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:
- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar … já que..
– Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
– Se é assim, está bom.
Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:
- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias de viagem sobre a mula.
- Façamos um trato – disse o vizinho.
Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?
Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias…. aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou.
No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.
- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo.
Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras.
Que lhe parece?
O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: ‘não disponho de tempo para viajar para fazer compras’.
Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.
Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido.
De fato, poderia economizar algum tempo em viagens.
A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas.
Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes.
Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado.
Todos estavam contentes e compravam dele.
Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos.
Ele era um bom cliente.
Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, a ter de gastar dias em viagens.
Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos.
E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc…
E após foram os pregos e os parafusos…
Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.
Um dia decidiu doar uma escola ao povoado.
Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício.
No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse: – É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha – disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
- O Senhor?!?! – Disse o prefeito sem acreditar.
O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
- O que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder. – Disse o homem com calma.
Se eu soubesse ler e escrever… ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!!
Geralmente as mudanças são vistas como adversidades.
As adversidades podem ser bênçãos.
As crises estão cheias de oportunidades.
Se alguém lhe fechar as portas, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
As adversidades podem ser bênçãos.
As crises estão cheias de oportunidades.
Se alguém lhe fechar as portas, não gaste energia com o confronto, procure as janelas.
Lembre-se da sabedoria da água:
‘A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna’.
Isso realmente é verídico, contado por um grande industrial chamado…
Sr. Tramontina …
Pode não ser a história dele, mas que é de se pensar, isso é!
sexta-feira, 23 de março de 2012
"BRIGADEIRO DE CAIPIRINHA"
Ingredientes:
395 g leite condensado
20 g de manteiga com sal
50 ml de cachaça envelhecida
Açúcar cristal (tem um açucar especial que lembra o gelo trituradinho da caipirinha) com raspas de limão para decorar
395 g leite condensado
20 g de manteiga com sal
50 ml de cachaça envelhecida
Açúcar cristal (tem um açucar especial que lembra o gelo trituradinho da caipirinha) com raspas de limão para decorar
Modo de Preparo:
Coloque o leite condensado em uma panela no fogo. Adicione a manteiga. Mexa sempre em fogo baixo até dar o ponto (desgrudar da panela). Tirar do fogo e adicionar a cachaça. Voltar ao fogo e dar o ponto novamente. Colocar o preparo em uma placa untada e esperar esfriar. Untar as mãos com manteiga. Bolear. Passar no açúcar cristal com raspas de limão para decorar.
Coloque o leite condensado em uma panela no fogo. Adicione a manteiga. Mexa sempre em fogo baixo até dar o ponto (desgrudar da panela). Tirar do fogo e adicionar a cachaça. Voltar ao fogo e dar o ponto novamente. Colocar o preparo em uma placa untada e esperar esfriar. Untar as mãos com manteiga. Bolear. Passar no açúcar cristal com raspas de limão para decorar.
segunda-feira, 19 de março de 2012
A Força do Amor
Aos nossos mais implacáveis
adversários, diremos: “Corresponderemos à vossa capacidade de nos fazer
sofrer com a nossa capacidade de suportar o sofrimento. Iremos ao
encontro da vossa força física com a nossa força do espírito. Fazei-nos o
que quiserdes e continuaremos a amar-vos. O que não podemos, em boa
consciência, é acatar as vossas leis injustas, pois tal como temos
obrigação moral de cooperar com o bem, também temos a de não cooperar
com o mal. Podeis prender-nos e amar-vos-emos ainda. Assaltais as nossas
casas e ameaçais os nossos filhos, e continuaremos a amar-vos. Enviais
os vossos embuçados perpetradores da violência para espancar a nossa
comunidade quando chega a meia-noite, e, quase mortos, amar-vos-emos
ainda. Tendes, porém, a certeza de que acabareis por ser vencidos pela
nossa capacidade de sofrimento. E quando um dia alcançarmos a vitória,
ela não será só para nós; tanto apelaremos para a vossa consciência e
para o vosso coração que vos conquistaremos também, e a nossa vitória
será dupla vitória”. O amor é a força mais perdurável do mundo. Este
poder criador, tão belamente exemplificado na vida de nosso Senhor Jesus
Cristo, é o instrumento mais poderoso e eficaz para a paz e a segurança
da humanidade. Diz-se que Napoleão Bonaparte, o grande gênio militar,
recordando a sua anterior época e conquistas, teria observado: “Tanto
Alexandre como César, Carlos Magno ou eu próprio, criamos grandes
impérios. Mas onde se apoiaram eles? Unicamente na força. Jesus, há
séculos, iniciou a construção de um império fundado no amor, e vemos
hoje ainda milhões de pessoas que morrem por Ele”. Ninguém pode duvidar
da veracidade dessas palavras. Os grandes chefes militares do passado
desapareceram, os seus impérios ruíram e desfizeram-se em cinza; mas o
império de Jesus, edificado solidamente e majestosamente nos alicerces
do amor, continua a progredir. Começou por um punhado de homens
dedicados que, inspirados pelo Senhor, conseguiram abalar as muralhas do
Império Romano e levar o Evangelho ao mundo todo. Hoje, o reino de
Cristo na terra compreende mais de um bilhão de pessoas e reúne todas as
nações ou tribos. Ouvimos hoje de novo a promessa de vitória:
Jesus há de reinar enquanto o sol fizer sua viagem cada dia;
o seu Reino irá de costa a costa até que a lua deixe de mudar.
A que outro coro, alegremente, responde:
Não há em Cristo Leste ou Oeste, n’Ele não há Norte nem há Sul, mas a grande unidade do Amor por toda a vasta terra inteira.
Jesus tem sempre razão. Os esqueletos das nações que o não quiseram ouvir enchem a História. Que neste século vinte, nós possamos escutar e seguir as suas palavras antes que seja tarde demais. Possamos nós também compreender que nunca seremos verdadeiros filhos do nosso Pai do céu sem que amemos os nossos inimigos e oremos por aqueles que nos perseguem.
Jesus há de reinar enquanto o sol fizer sua viagem cada dia;
o seu Reino irá de costa a costa até que a lua deixe de mudar.
A que outro coro, alegremente, responde:
Não há em Cristo Leste ou Oeste, n’Ele não há Norte nem há Sul, mas a grande unidade do Amor por toda a vasta terra inteira.
Jesus tem sempre razão. Os esqueletos das nações que o não quiseram ouvir enchem a História. Que neste século vinte, nós possamos escutar e seguir as suas palavras antes que seja tarde demais. Possamos nós também compreender que nunca seremos verdadeiros filhos do nosso Pai do céu sem que amemos os nossos inimigos e oremos por aqueles que nos perseguem.
Martin Luther King, Jr. (1929-1968)
Fonte : http://www.williamdouglas.com.br/divina.php
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